Aluguel: mentalidade de uso em expansão

Há uma mudança comportamental acontecendo a plenos vapores na sociedade. Em diversas esferas, percebemos a cultura do ter sendo alterada pela cultura do usar. São muitos os motivos desta transformação, mas alguns se repetem com mais frequência: economia, flexibilidade e a conveniência do serviço. Há algumas décadas, seriam impensáveis serviços com Uber e Airbnb. A mentalidade era de posse e as buscas eram pela casa própria e pelo carro próprio. Portanto, pensar em compartilhar estes itens não era cabível em um cenário que reforçava o individualismo. Além é claro da tecnologia que ainda não estava madura para viabilizar formatos como estes.

Barreiras foram quebradas, distâncias encurtadas e, principalmente, uma nova forma de pensar cresceu e se espalhou pelo mundo. Antes o aluguel era quase restrito ao universo imobiliário, mas hoje é possível encontrar inclusive itens curiosos para locação. Já pensou em não ter máquina de lavar e apenas alugar o uso de uma lava e seca em uma lavanderia coletiva que ainda soma bar e restaurante ao mesmo espaço? Para quem tem filhos, por que não alugar os brinquedos de acordo com a faixa etária? Ao invés de investir um alto valor na compra de um carro, por que não alugá-lo ou ainda usar aplicativos de transporte? Para as novas gerações, estas perguntas não são mais necessárias. Elas já enxergam o usar como modelo ideal.

Aliás, a expansão da mentalidade de uso não é apenas percebida pelo crescimento da oferta dos serviços de locação e assinatura, mas também pelo aumento dos adeptos. Muitas pessoas vivem um movimento de substituição, ou seja, vendem o carro para usar apenas aplicativo de mobilidade ou locação para longas distâncias e períodos, como viagens. Outras vendem imóveis, alugam espaços de acordo com a localização mais conveniente e investem o capital. Inclusive, o mesmo raciocínio também se aplica às empresas, que fazem da terceirização de tudo o que é possível um modelo que alia redução de custos à otimização da gestão. Afinal, ao serem assistidas por especialistas, o foco gira de operações para avanços estratégicos. 

Ter ou usar: eis a questão!

Obviamente, a decisão sobre ter ou alugar é influenciada por inúmeras variáveis. Para auxiliá-lo nesta avaliação, uma dica é fazer as contas e descobrir se você é da mentalidade do ter ou do usar. Some quanto custaria a compra e o compromisso com impostos, manutenções, seguro e outros fatores relacionados ao seu item de interesse. Então, compare o valor de forma proporcional com a locação. É importante projetar custos eventuais da compra que não seriam custos na locação, visto que ela é um serviço. Com tudo na ponta do lápis, perceba se você prefere fazer um aporte maior, ser dono e assumir tudo relacionado ao bem ou se ter os serviços e assistência da locação por um valor diluído é o que mais se encaixa no seu perfil.

 

Este artigo foi publicado originalmente no site da John Richard.

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Este conteúdo foi especialmente oferecido pela John Richard, maior empresa de aluguel de móveis para escritórios e residências do Brasil. Especializada em atender todo o ciclo da locação de mobiliário, assegura flexibilidade, agilidade e qualidade na gestão de ativos. Saiba mais aqui

 

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